enjoy my digital me


(da série) as meninas



(da série) as meninas



(da série) as meninas



(da série) as meninas

 



(da série) as meninas

as palavras e os desenhos da minha natacha* porque ela, como ninguém, tira-me a fotografia-da-alma.

 



summer time and the living’s easy
Junho 20, 2008, 11:26 am
Arquivado em: Adoro adorar, Música | Tags: , ,

billie hodiday, janis joplin, amy whinehouse. três gajas. três gerações. três vozes. três adictas. raisaspartam.  

Summertime,
And the livin’ is easy
Fish are jumpin’
And the cotton is high

Your daddy’s rich
And your mamma’s good lookin’
So hush little baby
Don’t you cry

One of these mornings
You’re going to rise up singing
Then you’ll spread your wings
And you’ll take to the sky

But till that morning
There’s a’nothing can harm you
With daddy and mamma standing by

Summertime,
And the livin’ is easy
Fish are jumpin’
And the cotton is high

Your daddy’s rich
And your mamma’s good lookin’
So hush little baby
Don’t you cry

 



GACELA DEL AMOR IMPREVISTO
Junho 20, 2008, 10:43 am
Arquivado em: Adoro adorar, Poesia | Tags:

Nadie comprendía el perfume
de la oscura magnolia de tu vientre.
Nadie sabía que martirizabas
un colibrí de amor entre los dientes.

Mil caballitos persas se dormían
en la plaza con luna de tu frente,
mientras que yo enlazaba cuatro noches
tu cintura, enemiga de la nieve.

Entre yeso y jazmines, tu mirada
era un pálido ramo de simientes.
Yo busqué, para darte, por mi pecho
las letras de marfil que dicen siempre,

siempre, siempre: jardín de mi agonía,

tu cuerpo fugitivo para siempre,

la sangre de tus venas en mi boca,
tu boca ya sin luz para mi muerte.

 

Federico García Lorca (1898 – 1936)



sweet about me, nothing sweet about me
Junho 18, 2008, 1:37 pm
Arquivado em: Música | Tags: ,



coisas à mafalda
Junho 18, 2008, 10:41 am
Arquivado em: Citações

dou graças ao deus-no-qual-não-acredito.

maf*

 



novo romance de valter hugo mãe
Junho 11, 2008, 4:55 pm
Arquivado em: Notícias, livros | Tags: ,

«maria da graça – mulher-a-dias em bragança esquecida do mundo – tem a ambição, não tão secreta como isso, de morrer de amor; e por essa razão sonha recorrentemente com a entrada no paraíso, onde vai à procura do senhor ferreira, seu antigo patrão, que, apesar de sovina e abusador, lhe falou de goya, rilke, bergman ou mozart como homens que impressionaram o próprio deus. mas às portas do céu acotovelam-se mercadores de souvenirs em brigas constantes e são pedro não faz mais do que a enxotar dali a cada visita.

tal como maria da graça, todas as personagens deste livro buscam o seu paraíso; e, aflitas com a esperança, ou esperança nenhuma, de um dia serem felizes, acham que a felicidade vale qualquer risco, nem que seja para as lançar alegremente no abismo.

o apocalipse dos trabalhadores é um retrato do nosso tempo, feito da precariedade e dessa esperança difícil. um retrato desenhado através de duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano que reflectem sobre os caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana num portugal com cada vez mais imigrantes e sobre a forma como isso parece perturbar a sociedade.»

na contracapa do livro

em julho, numa livraria perto de ti*